O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 1.200 eleitores entre os dias 21 e 25 de abril. Como cada eleitor poderá votar em dois candidatos, o estudo considera a soma das duas intenções de voto.
Nos dois primeiros cenários, o ex-governador Cláudio Castro (PL) e a ex-governadora Benedita da Silva (PT) aparecem na liderança.
Cenário 1: Castro e Benedita na frente
Cláudio Castro lidera com 12%, seguido por Benedita da Silva com 10%. Na sequência aparecem Felipe Curi (PL) e Marcelo Crivella (Republicanos), ambos com 6%.
Márcio Canella (União) registra 4%, enquanto Alessandro Molon (PSB) tem 3%, empatado com Waguinho(Republicanos). Mônica Benício (PSOL) aparece com 2%, seguida por Luciana Boiteux (PSOL) e Pedro Paulo (PSD), ambos com 1%. Helio Secco (Missão) não pontuou.
Indecisos somam 18%, e 34% afirmam voto branco, nulo ou abstenção.
Cenário 2: Liderança se mantém
Cláudio Castro permanece com 12%, seguido por Benedita da Silva com 10%. Felipe Curi e Marcelo Crivella mantêm 6%.
Márcio Canella sobe para 5%. Mônica Benício e Waguinho aparecem com 3% cada, enquanto Helio Secco não pontua.
Indecisos são 17%, e 38% declaram voto branco, nulo ou não comparecimento.
Cenário 3: Sem Castro, cenário muda
Sem a presença de Cláudio Castro, Benedita da Silva lidera com 11%. Marcelo Crivella aparece com 8%, seguido por Felipe Curi (7%) e Márcio Canella (6%).
Waguinho e Mônica Benício registram 4% cada, enquanto Helio Secco novamente não pontua.
Indecisos somam 20%, e 40% afirmam voto branco, nulo ou abstenção.
Situação de Castro
A pesquisa foi realizada cerca de um mês após a renúncia de Cláudio Castro, em 23 de março, na véspera da retomada de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que resultou em sua inelegibilidade por oito anos, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Apesar da decisão, a defesa informou que pretende recorrer, o que ainda pode permitir eventual candidatura até o julgamento final. O caso teve origem em ações do Ministério Público Eleitoral e de adversários políticos, envolvendo suspeitas de irregularidades em órgãos estaduais como a Ceperj e a Uerj, incluindo uso indevido de recursos públicos e contratações sem concurso.
A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com registro no TSE sob o número RJ-00613/2026.








