A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (27), aponta o ex-governador Helder Barbalho (MDB) na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal no Pará nas eleições de 2026. O levantamento também coloca o Delegado Éder Mauro (PL) na segunda colocação.
Nas eleições deste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado.
Intenção de voto para o Senado
No principal cenário apresentado pela pesquisa, os números são:
- Helder Barbalho (MDB): 21%
- Delegado Éder Mauro (PL): 14%
- Zequinha Marinho (Podemos): 7%
- Celso Sabino (PDT): 5%
- Paulo Rocha (PT): 5%
- Joaquim Passarinho (PL): 4%
- Chicão (União): 3%
- Breno Guimarães (Novo): 1%
- Gizelle Freitas (PSOL): 1%
- Lívia Noronha (Solidariedade): 1%
- Gal Leite (UP): 0%
- Marcelino Conti de Souza (PSOL): 0%
- Orleans Santos (Rede): 0%
- Indecisos: 26%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 12%
Segundo a pesquisa, Helder Barbalho lidera os cenários testados, oscilando entre 21% e 23%, enquanto Delegado Éder Mauro registra entre 14% e 15% das intenções de voto.
Eleitorado ainda pode mudar de voto
O levantamento mostra que 31% dos entrevistados afirmam que seu voto já está definido, enquanto 67% dizem que ainda podem mudar de escolha até a eleição.
Preferência política dos eleitores
Questionados sobre o perfil dos candidatos que preferem eleger:
- 38% afirmaram preferir candidatos independentes;
- 34% disseram optar por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
- 25% preferem candidatos alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Avaliação do governo estadual
A pesquisa também identificou diferentes expectativas em relação ao próximo governo do Pará:
- 36% defendem que o futuro governador mude totalmente o atual modelo de gestão;
- 34% querem mudanças apenas nos pontos considerados negativos;
- 26% preferem a continuidade do trabalho realizado atualmente.
Entre os problemas do estado, a saúde pública aparece como a principal preocupação para 32% dos entrevistados.
Metodologia
A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 900 eleitores entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, seguindo as normas da Justiça Eleitoral.








