Chinese (Simplified)EnglishPortugueseSpanish

O Anel Viário de Goiânia passa a integrar o PAC

O projeto do Anel Viário de Goiânia agora integra oficialmente o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma iniciativa do Prefeito Sandro Mabel juntamente com o deputado José Nelto (PP) e o senador Vanderlan (PSD), foi articulada com o Governo Federal em Brasília, a inclusão dessa obra estratégica no programa de investimentos, o que assegura a destinação de recursos e viabiliza a execução do projeto nos próximos anos.

A implantação do novo Anel Viário na Região Metropolitana de Goiânia se consolida como uma das maiores iniciativas de infraestrutura rodoviária dos últimos anos em Goiás. O principal objetivo é retirar o tráfego de caminhões e veículos pesados da BR-153, que atualmente corta a capital e registra congestionamentos frequentes, sobretudo nos horários de pico.

O projeto foi apresentado oficialmente pelo prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), e já conta com apoio técnico do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), além de avanços importantes na captação de recursos. A previsão é que a obra seja licitada em 2026, com prazo de execução estimado em até três anos, condicionada à liberação definitiva das verbas federais.

Estrutura e traçado

O Anel Viário deverá ter aproximadamente 44 quilômetros de pista dupla, formando um contorno rodoviário ao redor da Região Metropolitana. O traçado vai interligar municípios estratégicos como Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Hidrolândia, permitindo o escoamento do tráfego pesado sem a necessidade de passagem pelo perímetro urbano da capital.

De acordo com a administração municipal, a nova rodovia funcionará como uma via estruturante entre os principais corredores logísticos da região, reorganizando a circulação de veículos e contribuindo para a redução dos engarrafamentos atualmente registrados na BR-153 dentro da cidade.

Recursos federais e emendas parlamentares

Para viabilizar o início das obras, a bancada federal de Goiás apresentou uma emenda parlamentar de R$ 306 milhões ao Orçamento da União. A expectativa é que parte desses recursos, destinados por meio do PAC ou de outras modalidades de financiamento federal, seja liberada ainda em 2026, possibilitando a abertura das primeiras frentes de trabalho.

Autor