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Mauricio do Vôlei, e outros mais, requerem debate sobre financiamento e segurança na Lei de Incentivo ao Esporte

O debate a respeito do assunto será, no plenário 16 da Casa; confira
Foto: Reprodução

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta da nova Lei de Incentivo ao Esporte (PLP 234/24)  promove, nesta terça-feira, dia 17, audiência pública para discutir o financiamento e a segurança jurídica na legislação. O debate atende a pedido dos deputados Orlando Silva (PCdoB-SP), Mauricio do Vôlei (PL-MG), Luiz Lima (Novo-RJ), Afonso Hamm (PP-RS), Laura Carneiro (PSD-RJ), Douglas Viegas (União-SP) e Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF).

Nos requerimentos em que pedem a audiência, os deputados destacam que o funcionamento da Lei de Incentivo ao Esporte depende da confiança e da participação ativa de empresas incentivadoras, que direcionam parte do imposto devido para o financiamento de projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. E que a adesão dessas empresas está diretamente relacionada à existência de segurança jurídica, previsibilidade normativa e eficiência administrativa no processo de incentivo.

 

Fachada do Ministério do Esporte, em Brasília | Imagem: Reprodução
Fachada do Ministério do Esporte, em Brasília | Imagem: Reprodução

 

Os parlamentares querem debater propostas de aperfeiçoamento da legislação vigente, com foco na ampliação do número de incentivadores, na desburocratização dos processos, na transparência dos critérios e na clareza dos procedimentos de prestação de contas e análise fiscal. O PLP 234/24 permite a renúncia fiscal de parcela do Imposto de Renda (IR) de empresas e pessoas físicas que apoiarem projetos esportivos.

O limite de renúncia fiscal será de 4% do IR para empresas que financiarem projeto desportivo ou paradesportivo voltados à inclusão social por meio do esporte, preferencialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade social. O texto em análise na Câmara dos Deputados reproduz medidas que constam na Lei de Incentivo ao Esporte, que tem validade até 2027.

 

Fonte: Agência Câmara (com adaptações)

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