
De Brasília, Harrison S. Silva
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que, em episódios recentes, Lula deixou de condenar o Hamas para atacar Israel e que o Brasil integra o grupo de países que apoiam o terrorismo. Também citou Celso Amorim, assessor-chefe da Assessoria Especial do presidente.
Flávio, que se apresentou não apenas como um senador, mas como candidato à Presidência, disse que alinhar-se-á a Israel, caso seja eleito presidente. Numa indireta a Lula, o senador afirmou que o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel e que os dois países compartilham uma longa e honrosa história, com “valores compartilhados”, como liberdade, democracia e respeito pela vida.
“Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações.” Declarou Flávio durante a Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, em Israel.
Flávio defendeu a ação dos Estados Unidos e do presidente argentino, Javier Milei, na política internacional. Segundo ele, os Estados Unidos “ajudaram a construir um novo modelo de cooperação internacional”. Também afirmou que, caso seja eleito presidente, seguirá a mesma linha de acordos de Milei.







