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Encargos da tornozeleira eletrônica podem ser de responsabilidade do preso

Não obstante, a proposta precisa passar pela análise de três comissões temáticas da Câmara dos Deputados; confira.
Foto: Reprodução

O Projeto de Lei 1335/24, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), determina que os apenados serão os responsáveis pela manutenção do equipamento de monitoramento eletrônico e deverão arcar com os custos das tornozeleiras e demais sistemas dessa atividade de vigilância. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera o Código Penal, a Lei de Execução Penal e a Lei Maria da Penha. A regra valerá também nos casos em que a tornozeleira eletrônica for adotada como medida protetiva de urgência.

 

Deputado federal Sargento Portugal (Pode-RJ) | Foto: Reprodução
Deputado federal Sargento Portugal (Pode-RJ) | Foto: Reprodução

 

Ao transferir os custos do monitoramento eletrônico para os apenados, este projeto busca promover uma gestão mais eficiente dos encargos financeiros”, defendeu o autor da proposta.

Consoante o deputado, os custos variam conforme os estados – no Distrito Federal, o unitário é de R$ 211,10; no Paraná, de R$ 241,00. Dessarte, o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias (com adaptações)

 

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