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Comissão da Câmara debate atrasos nas obras do RS e fundo de R$ 15 bi

Deputados defendem PEC para criar fundo permanente para a Região Sul; veja
FOTO: REPRODUÇÃO

Gestores públicos do Rio Grande do Sul criticaram exigências burocráticas que, segundo eles, continuam atrasando obras de reconstrução e reparos após as enchentes de 2023 e 2024. As críticas foram feitas durante seminário da comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha os impactos das enchentes.

O prefeito de Caraá, Bolivar Gomes, afirmou que o município ainda aguarda a última autorização para construir nove pontes. Ele também citou a reconstrução de moradias. Segundo o prefeito, o município solicitou 50 casas, mas o processo resultou na liberação de 40 unidades.

O prefeito de Santo Antônio da Patrulha, Rodrigo Massulo, afirmou que recebeu cerca de um terço do que havia solicitado e que, mesmo assim, as obras só foram concluídas dois anos depois. Segundo ele, o município passou a adotar medidas permanentes para reduzir os impactos de novas enchentes.

Parlamentares

O relator da comissão externa, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), reconheceu que há atrasos, mas afirmou que também houve falta de projetos para acessar recursos do fundo formado com parcelas da dívida do Rio Grande do Sul com a União. O presidente da comissão externa, deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), informou que o colegiado já realizou 20 audiências públicas e nove seminários.

 

Fonte: Agência Câmara (com adaptações)

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